Sempre costumo pensar acerca de existências que todos questionam. Existências que as pessoas carregam dúvidas e gostariam de esclarecê-las, coisas do tipo fantasmas, céu, paraíso, anjos. Todos têm o direito de acreditar no que quer, de defender sua crença sem que necessariamente esta esteja de acordo com o que os demais acreditam e, assim, viver certo de suas descobertas.
Eu, particularmente, acredito que existe um lugar bem melhor que este, onde reine a paz e o amor e que nos espera assim que deixarmos esta vida. Acredito, também, que existem anjos.
É sim, anjos!
Olhe ao seu redor. Perceba que cada pessoa tem algo a fazer, alguém para cuidar, um caminho para seguir, uma vida para viver. Pois é, acredito que existem pessoas anjo. Anjos que entram em nossas vidas no momento em que precisamos, sabem agir conforme a situação e estão sempre por perto.
Pessoas que surgem assim, meio que de repente, encantam, fascinam e, às vezes, de forma discreta vão se ajustando às nossas vidas; Sabem ser amigas, companheiras e, através de um olhar, por meio de palavras, gestos ou até mesmo com um simples abraço, sempre encontram uma forma de ajudar.
Entretanto, estes anjos são sempre imprevisíveis. Nunca sabemos qual será o destino deles em nossas vidas.
Alguns podem se adaptar aos poucos, tornando-se alguém indispensável e assim ficar para sempre; outros, por motivos que muitas vezes desconhecemos, criam asas e voam, ficando apenas as lembranças, deixando apenas a saudade que fica em nosso peito e cala a nossa voz.
sábado, 31 de janeiro de 2009
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Onde estará Janaína?
Menina Traquina
Onde estará Janaina?
Já procurei por toda esquina
Dizem que ela foi atrás de estripulia
Eu acho que ela foi para folia
Ela não tem eira, nem beira
Mas não bateu a cabeça na quina
E já pela manhã, sem muita calma
Seus amigos a esperam na rua da palma
Essa menina é malandra
Tava no roots, ela não engana
Por isso a chamam de Jana Cana
Janaína
Onde estará você?
Me chama... me chama...
Autoria compartilhada.
Onde estará Janaina?
Já procurei por toda esquina
Dizem que ela foi atrás de estripulia
Eu acho que ela foi para folia
Ela não tem eira, nem beira
Mas não bateu a cabeça na quina
E já pela manhã, sem muita calma
Seus amigos a esperam na rua da palma
Essa menina é malandra
Tava no roots, ela não engana
Por isso a chamam de Jana Cana
Janaína
Onde estará você?
Me chama... me chama...
Autoria compartilhada.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Participação Especial
O texto abaixo foi escrito por este já conhecido e querido escritor, Leylelis. Palavras sinceras que falam por si só. Esta publicação é inédita, o que muito me lisonjeou, e agora faz parte da história deste blog. Apreciem.


Manca-te
leylelis
Quando mais quero, perco a inspiração do texto.
Tento explicar o que não se explica, porque simplesmente se sente.
Vejo que a frieza ajuda a boa poesia.
Pode-se escrever sem medo de revelar incertezas.
Dói mais não estar inspirado, mas há algo de errado.
Lembro que há pouco tempo, senti-me em casa abraçado.
Momento tão bom que não poderia acabar tão rápido.
O tempo passou sem incomodar, porque não havia relógios.
Havia a chuva, o vento, a chuva.
Porém, graças a temperatura aquecida nem frio se sentia.
Na velha construção histórica há o descompasso que nos deixa inspirado.
Capaz de descrever o que há de errado.
Que é errado querer compreender o que é revelado por estar contigo.
Volto a me perguntar porque não me manco e me acalmo.
É só ouvir palavras leves que parecem perder a força no final de cada frase.
Elas me lembram do sorriso, desse algo errado, que inspira aquele, que não estava até então inspirado.
E me lembram que é tão bom errar que acerto.
leylelis
Quando mais quero, perco a inspiração do texto.
Tento explicar o que não se explica, porque simplesmente se sente.
Vejo que a frieza ajuda a boa poesia.
Pode-se escrever sem medo de revelar incertezas.
Dói mais não estar inspirado, mas há algo de errado.
Lembro que há pouco tempo, senti-me em casa abraçado.
Momento tão bom que não poderia acabar tão rápido.
O tempo passou sem incomodar, porque não havia relógios.
Havia a chuva, o vento, a chuva.
Porém, graças a temperatura aquecida nem frio se sentia.
Na velha construção histórica há o descompasso que nos deixa inspirado.
Capaz de descrever o que há de errado.
Que é errado querer compreender o que é revelado por estar contigo.
Volto a me perguntar porque não me manco e me acalmo.
É só ouvir palavras leves que parecem perder a força no final de cada frase.
Elas me lembram do sorriso, desse algo errado, que inspira aquele, que não estava até então inspirado.
E me lembram que é tão bom errar que acerto.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Saudade
Uma das primeiras poesias escritas na adolescência:
Que sentimento é este
Que me invade noite e dia
Que está a passear em meu ser
E nele fazer moradia?
Que sentimento é este
Que a mim maltrata deste jeito
Que me entristece e teima
Em permanecer em meu peito?
Que sentimento é este
Que me faz, a toda hora, em você pensar
Que contribui para a solidão me fazer companhia
E me leva ao passado para os nossos momentos recordar?
Saudade
É este o sentimento
Que sinto neste momento
Que me faz rir e agora permite
Que você não saia do meu pensamento.
Que sentimento é este
Que me invade noite e dia
Que está a passear em meu ser
E nele fazer moradia?
Que sentimento é este
Que a mim maltrata deste jeito
Que me entristece e teima
Em permanecer em meu peito?
Que sentimento é este
Que me faz, a toda hora, em você pensar
Que contribui para a solidão me fazer companhia
E me leva ao passado para os nossos momentos recordar?
Saudade
É este o sentimento
Que sinto neste momento
Que me faz rir e agora permite
Que você não saia do meu pensamento.
domingo, 18 de janeiro de 2009
Oportunidade
Ih, lá vai ela
Entre aplausos e assobios
Ela vai cantarolando, toda sorridente
Há quem pare só para vê-la passar
Há quem nem sequer percebeu tanta alegria caminhando entre aquela gente
E ela? Hum, ela vai tão linda e esvoaçante
Uma dama cortejada pelos andantes
Alguns a seguem na esperança de alcançar
Outros ficam à espera de um dia vê-la voltar
E ela? Ela tenta ser notada
Faz questão de ser extravagante
Quem aproveita a oportunidade sabe agora o que é felicidade
Quem não, continua a viver triste os seus dias
Como antes.
Entre aplausos e assobios
Ela vai cantarolando, toda sorridente
Há quem pare só para vê-la passar
Há quem nem sequer percebeu tanta alegria caminhando entre aquela gente
E ela? Hum, ela vai tão linda e esvoaçante
Uma dama cortejada pelos andantes
Alguns a seguem na esperança de alcançar
Outros ficam à espera de um dia vê-la voltar
E ela? Ela tenta ser notada
Faz questão de ser extravagante
Quem aproveita a oportunidade sabe agora o que é felicidade
Quem não, continua a viver triste os seus dias
Como antes.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Um dia eu escrevo uma poesia
Este texto é oferecido ao meu amigo jornalista Leyberson, pois foi ele quem pediu para eu escrever uma poesia... e eu tentei.
Hoje vou tentar escrever uma poesiaPalavras que falem sobre algo ou alguém
Versos que discorram sobre mim ou sobre a vida
Desta que tenho ou a que imagino ter
Posso então falar da infância que tive
Com as minhas bonecas falantes e brinquedos montados
Ou então, quem sabe, declaro meu amor por esta ilha em que nasci
São Luís
Onde aprendi a ser quem sou
Talvez uma menina, ou quem sabe uma mulher
Com frases entranhadas na veia
Tentando externar meu jeito meio poeta
Nesta Ilha Magnética que me criou
Quem sabe eu lembre um sentimento escondido
Uma paixão não revelada por alguém que me encantou
Com palavras, com gestos ou com um simples ato de desejo
Veio, foi e em minhas lembranças ficou
Posso também relatar a vida com a minha família
Entre defeitos e perfeitos
Encontro braços, tenho aleito
Amigos... inimigos... vida... morte...
Ah, pensando bem, posso falar de tanta coisa
São tantos momentos já vividos
E vividos com intensidade
São tantos amores correspondidos
E tantos ignorados
Já foram lágrimas por perdas profundas
Ou perda nenhuma
Já foram risos e risos de alegrias, emoção
Ou sorri simplesmente por educação
Já sonhei acordada com um dia especial
E já sofri amargurada com o meu destino
Dei voltas, voltas e cai na rede da vida real
É, eu posso sim escrever uma poesia
Posso até escrever mais de uma
Mas elas sempre terão o mesmo foco
Sentimentos que fazem parte da vida
Sentimentos de amor e ódio
Saudade e compaixão
Sentimentos fáceis de viver
Vivos, mortos ou adormecidos
Almejados ou involuntários
Porém, sentimentos extremamente complexos para escrever
É necessário um pouco de tempo e espaço
É preciso paz e concentração
E neste mundo de idas e vindas, reencontro você
Você que me trouxe incentivo
Despertando em mim o que talvez seja vocação
Você, que me inebriou com pensamentos
E me trouxe o que mais preciso
Inspiração
É, talvez agora eu escreva uma poesia
Palavras em forma de versos ou canção
Uma poesia
Sentimentos declarados em linhas
É... talvez eu a escreva algum dia.
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